terça-feira, 4 de maio de 2010
Segunda parte
Desolação misógina. Copos, copos, mais copos. Copos antes do pequeno almoço. Gatos. Putas, putanheiros e putaria. Tragédia. Renúncia. Pior.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Primeira parte
Felicidade misógina. Copos, copos, mais copos. Copos antes do pequeno-almoço. Disciplina de trabalho. Mar, areia, sol, peixe. Tragédia.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Meses e meses disto...
Então o que é que tu fazes? O que me mandam. E o que é que te mandam? Então, telefonar. E quando telefonas o que é que tu dizes? É pa fazer pagamentos e cenas. Estás sempre a falar com advogados para quê? Para tratar de coisas das rendas e cenas. E o que é que vais fazer hoje? Vou tirar fotografias. A quê? A modelos. Para quê? Para marketing e sites e cenas. Mas de quem? Das empresas. Que empresas? Para quem nós fazemos trabalhos. E donde é que vem o dinheiro? Dos clientes. Então e o que é que tu fazes? O que me mandam. E o que é que te mandam? Então, telefonar. E quando telefonas o que é que tu dizes? É pa fazer pagamentos e cenas. Aaaaaaaaaaaaaaaaah!
terça-feira, 27 de abril de 2010
A natureza humana é previsível e repugnante. A uma discussão totalmente despropositada e fútil (nada me tira da minha calma olímpica, ou devia dizer apatia congénita?) e a um "ESQUECE QUE EU EXISTO!!!", segue-se um "Aaaa, greve dos transportes e coise... Posso dormir no teu sofá?". Andamos todos, putas vendidas, taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao enganados acerca uns dos outros.
Gosto muito de ir visitar a minha avó quando faz sol. Posso fazer o caminho todo a pé e atravesso a parte da cidade de que mais gosto. Quando chego ao bairro dela meto-me pelos becos onde os de fora não entram. As ruas são tão pequeninas que se abrir os braços toco nas paredes dos dois lados. Cheira sempre a roupa lavada. Em dias de calor como hoje, as mulheres trazem cadeiras e fogareiros para a rua e por ali ficam a cozinhar e a descansar, de batas às florzinhas e chinelos de quarto. Os donos da rua escondem maços de notas nos buracos das fachadas, ou debaixo das pedras da calçada, à vista de toda a gente. As tascas são buracos escuros com letreiros escritos à mão, cheios de erros de ortografia, e cheiram a vinho mau. Chungas, malandros, bandidos, putas, taberneiros, velhos, crianças. E imagino que é hoje exactamente como o era há quinhentos anos atrás.
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
De onde estou sentada vejo a cidade toda, mas do lado exactamente oposto de onde a costumava contemplar quando era criança. Consigo até descortinar o sítio onde me costumava debruçar na muralha para observar e sonhar. Engraçado pensar como entre uma cena e outra existem uma cidade e vinte e tal anos. E muitas desilusões.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Quando era criança adoeci. Tinha febres muito altas e delirava muito. Os médicos disseram que era uma virose, que é o que os médicos dizem sempre quando não têm mais nada para dizer. Mas o pior de tudo eram os pesadelos. A minha mãe deitava-me e, pontualmente, passada uma hora, eu começava a gritar, a chorar, a debater-me. A minha mãe corria para junto da cama e tentava acordar-me. Sem sucesso. Confirmava que eu não tinha febre. Falava comigo suavemente, tentando acalmar-me, mas eu só lhe respondia numa língua desconhecida. Passado um bocado eu acalmava e continuava a dormir tranquilamente. Por fim a febre passou, mas durante os seis meses seguintes, todos os meses, certa como um relógio suíço, voltou. A minha mãe, a mulher mais céptica do mundo, começou a pensar em maldições, ou que eu era vítima de voodoo, ou, pior, que o vírus se tinha alojado no cérebro. Ainda hoje fala desses episódios com angústia, porque recorda o meu esgar de terror, e o seu desespero por não me conseguir acordar. Por fim a febre desapareceu, da mesma maneira como tinha aparecido. Não guardo grandes recordações desse tempo, mas sei perfeitamente o que me aterrorizava tanto. Porque a febre foi embora, mas os pesadelos acompanham-me sempre. Não são pesadelos povoados por lobisomens, nem vampiros, nem mortos-vivos, nem qualquer outro monstro de opereta. Nem sequer são pesadelos com acidentes de comboio, a minha maior fobia. Não. Nem sequer posso dizer que sejam imagens, nem posso explicar o que são, porque não há palavras nem conceitos para explicá-los. Posso evocar a sensação, mas não por mais de cinco segundos sem entrar em pânico. É a sensação mais pura de desolação e desamparo e desespero. Só comparável ao que senti no dia em que julguei que tinha enlouquecido, e que também não consigo explicar. É uma sensação de adimensionalidade e de atemporalidade absoluta. É como ser um grão de areia num estádio de futebol. Não. É ser um grão de poeira na imensidão do universo, ao mesmo tempo que se é gigante quando tudo o mais que existe é minúsculo. E não se consegue alcançar nada. E o tempo não existe, é sempre o mesmo momento, mas prolongado até à eternidade. E está escuro. E as vozes. É como se me gritassem aos ouvidos, mas não gritam, falam num tom normal, mas num volume absurdamente alto, e fazem eco, e são arrastadas, como em slow motion, mas ao mesmo tempo não consigo perceber o que dizem porque falam tão rápido que já se calaram. E não vale de nada acender a luz.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
O mundo está roto, chove como na rua....
Porque raio é que o habibi deu agora em apreciar-me as mamas, bater-me, empurrar-me, e ainda dizer que tem de experimentar isso (o pirçu)...? Vou fazer queixa ao sindicato das dançarinas exóticas.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Vê que o sol ainda brilha; ainda tem por onde arder
Eu não amo, eu A D O R O este homem. E por duas horas inteiras fui feliz.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
O blog é meu e eu escrevo o que me apetecer
Às vezes ardo em curiosidade e outras apago-me de tristeza. Quero saber o que estás a fazer, se estás a conversar com alguém, se lhes contas as mesmas estórias que me contavas a mim. Se estás a comer um pudim ou se estás a fumar um cigarro, se dormes bem, se ainda tens ursinhos, se tens novas doenças imaginárias (Dengue? Escorbuto? Malária? Beribéri? Ébola? Sífilis?), se tens escrito e em que capítulo é que vais, se jogas algum jogo novo, se vens aqui e me lês. Se sentes a minha falta ou se te é indiferente. Se já me esqueceste. E choro de saudade.
Acabei de entregar o meu último relatório, tenho a secretária pejada de trabalho pendente, estou a despejar armários, a restaurar documentos e a encaixotar coisas. Vou ter saudades disto, mas do que vou sentir mais falta mesmo é daquele cantinho no terraço que mais ninguém conhece e para onde fujo ocasionalmente.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Estou no meu sítio. O sol já se pôs, atrás da serra, e é aquela hora do dia em que tudo está calmo. O vento parou de soprar. O único sinal de vida é o fumo que sai de algumas chaminés lá ao longe e ascende tranquilo. Apetecia-me subir um pouco mais; lá em cima a sensação de liberdade é mais perfeita, mas alguém me pode ver e não quero ver ninguém, nem quero que ninguém me veja. Deixo-me ficar sentada, abraçada a mim mesma, no silêncio, de olhos fechados. Não sei porquê abro os olhos e vejo o gaio. Pousa na árvore, a mais alta do bosque, a sua árvore, sempre a mesma. Sinto uma alegria pateta, mais que pateta, uma alegria louca. O meu gaio. Não pensei que viesse tão cedo. O avô passava horas a falar do gaio e até me ensinou a piar como ele, mas já me esqueci. E logo a seguir passa outro, segue o primeiro, pousa na mesma árvore. Um casal! Brincam um pouco e voam juntos, em direcção à serra.
E agora estou baralhada, não sei se devo consultar um áugure ou um arúspice.
E agora estou baralhada, não sei se devo consultar um áugure ou um arúspice.
domingo, 4 de abril de 2010
No próximo ano, em Jerusalém
Ou então no mesmo sítio, daqui a 4 ou 5 meses. E iremos de braço dado, como sempre, apanhar amoras e roubar figos e maçãs e ser picadas pelas vespas e fazer figuras tristes no meio da estrada em cuecas. Amo-te muito, mamã.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Depois de fazer e desfazer a mochila mais 87 vezes, e me ter deitado às 5 da manhã (factos não directamente relacionados), o meu kit de sobrevevivência estabilizou, finalmente, e é composto por: roupa interior, pijama, livro, bolsa de maquilhagem, artigos de higiene, vestidinho, leggings, chapéu, telemóveis e respectivos carregadores, mp3, atuuuuuuuum, noodles, iogurtes, bolachas e canivete. E a bola de pêlos.
terça-feira, 30 de março de 2010
Cortei o cabelo (obrigada, Fernando, amo-te de paixão), fui às tatuagens, fiz compras, já fiz e desfiz a mala 8 vezes e agora estou a anhar. Só devia chegar a casa daqui a meia hora, mas férias das actividades extra-laborais é isto. Tanto tempo livre e nada para fazer com ele.....................................................
segunda-feira, 29 de março de 2010
E agora a quem é que eu conto estas ninharias?
Se houvesse uma fotografia no dicionário ao lado de "distraída" seria a minha. Ou isso ou "destrambelhada", "idiota", "imprevidente" ou mesmo "completamente estúpida". Eu sei que uma da tarde a um domingo é um pouco cedo para mim, mas em Roma sê romana, e lá estou eu, em casa de mamãe e papai, passo pela cozinha e arranco para a sala, achando que não está lá ninguém, copo de sumo de laranja numa mão e jornal de ontem na outra. Só oiço uma voz que me faz gelar "O que é que é isso?". Ainda nem levantei os olhos do jornal e já sei para onde é que papai está a olhar. Os dois, sentadinhos no sofá, um a ler o jornal e outro a ler um livro. O meu pai nunca, mas nunca, levanta os olhos do que está a ler e teve de ser logo hoje. Sigo o olhar dele até ao meu punho erguido, impante de triunfo. O meu cérebro já está a mil, estou a balbuciar desculpas mentais, e ainda nem passou um milésimo de segundo. Não, não, NÃO! Isto não é o que parece, isto é apenas uma mão que segura um copo, e a manga está arregaçada até ao cotovelo porque faz calor, não é uma provocação, não foi só para tu olhares, nem sabia que estavas aí, nem imaginava que ias olhar para mim, estás sempre tão distraído, eu não...... STOP. Já passaram duas milésimas de segundo e eu tenho de dizer qualquer coisa. E rápido. Não tenho escolha, não dá para manipular, é demasiado óbvio o que é. "É uma tatuagem". "Tens isso desde quando?". "Aaaaaaaaaa... Fiz há pouco tempo". "Mostra lá. Diz o quê?". Mostro, digo. Pronto. Só isso. Ufffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffff......... Estás a ficar mole, paizinho! :D
domingo, 28 de março de 2010
Mas não é óbvio???
Estou eu muito descansada na minha vidinha e alguém me adiciona no msn. Como conheço milhões de pessoas e nunca tenho bem a certeza de me lembrar dos nomes de todas aceito a criatura. É uma gaja. Mete logo conversa. "Oi". "Oi. Eu conheço-te?". "Tudo bem? Penso que não". "Ah. E adicionaste-me porque...?". "Sou personal trainer. Para saber se precisas de acompanhamento". "Ahahahahahahah! Claro, Cátia. Adeus, Cátia!!".
quinta-feira, 25 de março de 2010
MAS PORQUE É QUE TODA A GENTE ME QUER DISSUADIR DA IDEIA?????
Eu não vou emigrar, não vou para a Sibéria, nem para o Deserto do Atacama. Quatro dias, três noites, e estarei de volta sã e salva, fresca e fofa. O único perigo real, destrambelhada como sou, é fechar a porta deixando a chave por dentro, só com a roupa do corpo, e ter de caminhar 135 Km até casa. Mas hei-de sobreviver (espero), a não ser que morra de tédio, durante o dia, ou de medo, durante a noite.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Black
Eu sei que me lês e tu sabes que te leio. E isso basta. Dizes que gostas de mim, muito, mas não consegues atender ao único pedido que alguma vez te fiz. Esquece. Esquece que eu existo. Esquece que a minha vida continua. Esquece que alguma vez aconteceu. Esquece. Esquece. Esquece. Nunca mais. Nunca mais tentares convencer-me que o ursinho azul é verde. Nunca mais acordares com a minha voz mais suave. Nunca mais fazer-te festas até adormeceres. Nunca mais sentir aquele teu abraço apertado. Nunca mais ficar aflita porque estás completamente bezano e queres conduzir para casa. Nunca mais contares estórias para me entreteres e me fazeres sentir melhor quando estou triste. Nunca mais passeios de moto pela marginal. Nunca mais noites de copos três estarolas' style. Nunca mais agarrares-me à frente dos teus amigos porque quando estás bêbado não te consegues controlar. Nunca mais conversa mole e companhia noite dentro enquanto matas zombies. Nunca mais mostrares-me contos e poemas em primeira mão. Nunca mais a minha opinião sincera. Nunca mais pataniscas de bacalhau como remédio para a bebedeira. Nunca mais abrires os frascos que eu não consigo abrir. Nunca mais passares a noite no msn no pda e não lhe tocares mais assim que chego ao pé de ti. Nunca mais sentir-me feliz só por te ver descontraído. Nunca mais deitares-te ao meu lado e dizeres que ainda posso dormir mais uma hora. Nunca mais dormir abraçada a ti. Nunca mais encostar-te à parede e suspender-te a respiração. Nunca mais concertos. Nunca mais vídeos partilhados de metal. Nunca mais música clássica. Nunca mais confidências. Nunca mais teclar contigo enquanto conduzes. Nunca mais ires ter comigo ao trabalho para me mostrares a última moto. Nunca mais sugestões de livros e de filmes. Nunca mais nos chamares pérolas. Nunca mais contar-te trivialidades. Nunca mais fotografias minhas. Nunca mais webcams. Nunca mais a Poppy enfiada dentro dos teus ténis. Nunca mais dormires no chão da minha sala com a cabeça na varanda. Nunca mais escolher telemóveis. Nunca mais confiar em ti. Nunca mais dizeres que eu te apeteço como poucas vezes te apeteceu alguém. Nunca mais pedir-te conselhos. Nunca mais cigarros partilhados. Nunca mais dizer como te adoro e que fazes diferença na minha vida. Nunca mais fazeres promessas que não tencionas cumprir. Nunca mais mimos. Nunca mais dizer-te pela enésima vez onde fica o clandestino. Nunca mais chegares a minha casa às seis da manhã com os teus amigos. Nunca mais dizer-te como o trabalho me aborrece a meio da tarde. Nunca mais seres egoísta e eu aturar-te. Nunca mais. Nunca mais nada. Porque tu para mim morreste e eu para ti morri.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Into the wild
E subitamente estou entusiasmada pelo plano de me ir enfiar numa casa velha, escura e suja, no meio de nada, completamente sozinha, durante quatro dias. O paraíso na Terra. Home. E já só faltam 10 dias!
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Sei lá eu o que me apetece escrever. Sinto o peso do silêncio. E do vazio. Enorme. Mais do que tudo o resto, habituei-me a uma rotina que preenchia as minhas horas. A pessoa a quem eu dizia coisas que não digo a mais ninguém. A quem disse coisas que nunca mais direi. Porque não posso. Porque não quero. As minhas pequenas conquistas, as minhas pequenas tragédias. Tinha nela uma confiança absurda, porque inexplicável. E foi essa confiança que me distraiu.
Na vida perdem-se coisas e perdem-se pessoas. Já perdi pessoas pelas razões mais, ou menos, estúpidas, e das maneiras mais, ou menos, definitivas. A diferença é que é a primeira vez que perco uma pessoa por uma escolha minha. Saber isto não me faz mais feliz, mas dá-me a segurança da responsabilidade. É-me mais fácil apagar da minha vida a pessoa que quero do que apagar um número de telefone de alguém que está morto há 8 anos.
Numa coisa talvez tenhas razão e tenho de te dar esse crédito. Eu não te perdi. Foste tu que me perdeste a mim.
Na vida perdem-se coisas e perdem-se pessoas. Já perdi pessoas pelas razões mais, ou menos, estúpidas, e das maneiras mais, ou menos, definitivas. A diferença é que é a primeira vez que perco uma pessoa por uma escolha minha. Saber isto não me faz mais feliz, mas dá-me a segurança da responsabilidade. É-me mais fácil apagar da minha vida a pessoa que quero do que apagar um número de telefone de alguém que está morto há 8 anos.
Numa coisa talvez tenhas razão e tenho de te dar esse crédito. Eu não te perdi. Foste tu que me perdeste a mim.
segunda-feira, 15 de março de 2010
O Tédio
Certo dia, no primeiro ano do curso, tive um pequeno momento de glória. Quando a professora chamou o meu nome e me levantei alguém me soprou ao ouvido "Lembra-te, és mortal". Uma piadinha para amantes de cultura clássica. Mas é aí que tenho vivido ever since. Sou divina, sou inalcançável, saltito pelos prados do Olimpo. Tão alto, tão alto, tão alto, que os outros me parecem pontinhos minúsculos lá em baixo. Não fui eu que escolhi. Não fui eu que escolhi. Não fui eu que escolhi. Puseram-me aí e acabei por acreditar. Sim, sou uma deusa, mas sinto-me enfadada. Os mortais conseguem ser tão boçais...
E porque é que ninguém acredita que, afinal, sou a mais humana das mulheres?
E porque é que ninguém acredita que, afinal, sou a mais humana das mulheres?
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
E de repente estou outra vez a pensar em números. O maior número primo conhecido tem 12 978 189 dígitos. Alguém faz ideia do tempo, energia e paciência necessários para descobrir tal coisa? Pois, foi exactamente o que eu pensei.
O único número primo par é o 2. É fascinante saber que há um número primo par, mas infelizmente está sozinho no mundo. Parece que o 2 é um número perfeito, mas não faço ideia porquê. Em todo o caso parece-me bem, o 2 é um número especial, dizem-me. E eu que estava convencida que era o 3...
O único número primo par é o 2. É fascinante saber que há um número primo par, mas infelizmente está sozinho no mundo. Parece que o 2 é um número perfeito, mas não faço ideia porquê. Em todo o caso parece-me bem, o 2 é um número especial, dizem-me. E eu que estava convencida que era o 3...
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Noite profícua
Somos amados porque somos bons ou somos bons porque somos amados? Eu, pessoalmente, acho que somos maus porque amamos, mas pode ser só da bubadeira.........
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
A ciência exacta dos números
Um oito aborrece um nove. Um nove fode o juízo a um oito. Um nove está bem com um nove. A ambição leva um nove a querer um dez. Para quê arranjar chatices se um nove pode ser aborrecidamente feliz (ou felizmente aborrecido) com um sete?
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