sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Um dia hei-de ter problemas graves por comer iogurtes passados do prazo um mês. Ou fora do frigorífico (a.k.a. dentro da mala) há mais de 72h. Hoje ainda não foi esse dia. E amanhã também não será. Porque amanhã não faço contas de comer iogurtes.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Gostava mesmomesmomesmomesmomesmo de saber por que é que não consigo aceder ao blog através do telemóvel. É que a última coisa que me apetece é olhar para um monitor. E tinha taaaaaaaanto para escrever...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O talento da minha esposa para misturar roupa dentro da máquina e tingir coisas de cor-de-rosa (cor-de-rosa?) não é mítico. É épico.

sábado, 1 de outubro de 2011

Família de comediantes

Mamãe, que não me via há uma semana, diz 'Onde é que vais parar assim?', 'Hospital' e 'Morrer'. De chorar. Mas nunca diz 'Porquê'. De rir às gargalhadas.
Nina sabia que não era possível redigir uma tese de mestrado em 14 dias. Nina acreditou que era possível redigir uma tese em 14 dias. Nina sabe agora que é possível redigir uma tese em 14 dias. Let's drink to that!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

- Do you expect me to talk?
- No, Mr. R.. I expect you to die!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhh......., as repousantes e retemperadoras férias em família...

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Numa família em que a lucidez é um estado efémero (bastante efémero) e em que os excessos de todo o tipo foram, desde gerações remotas, não só tolerados como até encorajados - nunca se viu alguém impedir outrém de (tentar) comer até rebentar, beber até cair ou fumar até secar; pergunto-me, pois, em que delírio me encontraria eu para me ter passado pela cabeça que seria bom desintoxicar-me dos vícios perniciosos da minha vida urbana e cosmopolita, durante estes dias de sã convivência 24/7 com o referido clã. Erro meu, erro meu.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Os elementos da minha família, quando isolados, são anjos de candura e sensatez. Quando em conjunto é como se se tivessem aberto os portões do Inferno. Brueghel ficaria estupefacto.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Desisto de contar as horas que me separam/aproximam da sanidade/insanidade. Fui apanhada entre a maior fiteira/criativa do mundo e a maior rainha do drama de todos os tempos. Encontro-me exactamente no olho do furacão. Abatam-nos a eles ou abatam-me a mim, mas, por favor, não prolonguem mais o meu sofrimento.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

96h depois, quero morrer, pousar a cabeça no carril e esperar pelo comboio, meter-me na camionete e voltar para casa. Não aguento nem mais um sermão, uma opinião, um conselho podre, um convite para uma aguardente velha. Estou abstémia, porra! E por falar nisso, está um belo tempo para. Não sei o quê, mas lá que está uma maravilha, está.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ah, e sem café.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Decidi ir cold turkey. Há mais de 48h sem drogas, sem álcool, sem os meus 65mg diários de v., sem sarcasmo, sem fumo, sem poluição, sem ruído. Só sol, areia, água, palmeiras, mesas ovais ou rectangulares (redondas ou quadradas não chegam).
Tenho saudades da Pops. Sniff...

domingo, 28 de agosto de 2011

É muita estranho ir à festa da terra onde vivi 23 anos e não conhecer uma alma. Vivam as farturas. Vivam.

sábado, 27 de agosto de 2011

It makes all the difference in the world between success and failure.
Luck?
War.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Este ano ainda só me pediram em casamento duas vezes, mas uma delas foi a brincar.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Anos e anos de estudo, educação esmerada, universidades prestigiadas, para a minha grande especialidade ser, hoje, falar com a PT ao telefone. Perdão. Insultar a PT ao telefone.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

'Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints. Show me all the blueprints.'
O meu cérebro tem tendência para fazer isto. Apercebo-me ao fim de uns 10 minutos. Às vezes de 20. Na rua. Não necessariamente 'blueprints'. Em voz alta. Triste.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

É bom vir de uma aldeia. É bom ter onde voltar. É bom ter uma festa como mais nenhuma aldeia perdida em nenhures tem. É ainda melhor ver a nossa paixão de adolescência não tirar os olhos de nós a festa toda. Substituir 'não tirar os olhos de' por 'babar em cima de'.
*Riso maléfico*

terça-feira, 9 de agosto de 2011

É incrível como me chegam estas pitas das berças, sem saberem juntar duas palavras para formarem uma frase, vão para as lojas da Baixa e as coisas agarram-se-lhes às mãos. Big time. No stress. Sem problemas, sem serem apanhadas. Só lucro. E eu, com mil anos de experiência de lojas, olhos a lacrimejarem e baba a escorrer pelo queixo por artigos que não posso pagar, nunca tirei uma coisa que não fosse minha. Tirando aquela vez. Um pau de giz. Da sala de aula. Na escola primária. Chuifff...

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Quando eu era miúda, em casa da minha avó, havia sempre pêros encarnados e pêros amarelos. Encarnados para o meu primo, que não gostava de amarelos e amarelos para mim, que não gostava de encarnados. E bananas, para o meu primo. Eu sempre detestei bananas, mas agora estou a comê-las de empreitada, que diz que são muito boas para as cãibras. Comi um balde de iogurte de aroma de banana, mas parece que o efeito não é o mesmo. Qual é o interesse disto? Nenhum.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Era uma ruiva fogosa, agora sou uma loira pindérica. Algures entre o loiro barracas e o loiro empregada-doméstica. Vou ali recuperar a minha colecção de chapéus e já volto.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Eu tenho um problema. Eu tenho um problema com roupa. E com sapatos. Pedem-me para levar roupa formal para uma gravação qualquer e eu não sei do que é que estão a falar. Chego a casa e imploro à minha esposa que me empreste roupa. Ela grita e barafusta. Não ajuda em nada. Mas o que dói mesmo é que uma fedelha me diga, condescendente, que se eu tivesse roupa normal já não andava sempre a usar a dela. Normal? Tailleurs e saias pretas e sei lá que mais são roupas normais? Responde que se eu pensasse a longo prazo era o que compraria. O que é que ela quererá dizer com isto? Parece-me que as prioridades desta juventude estão todas invertidas. E agora não encontro sapatos para combinar. Raiva. Muita.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Menos de 24h depois, começo a execrar 'práticas culturais'.
http://twitter.com/_NinaLee_

terça-feira, 26 de julho de 2011

Putes, o tédio é uma coisa que.... a mim não me assiste...

Comecei hoje a minha primeira tese de mestrado. Fantástico. Hilariante. Absurdo.
Nina acaba de criar uma conta de twitter. Agora só falta perceber que c@r*l£# são retweets e menções e cenas. Cenas dentro de cenas, portanto. Mas agora que percebeu que as opções de cores e fundos e quejandos são bastante limitadas, já não lhe parece tão interessante. Não que este blog seja um exemplo de criatividade no que respeita a layouts. Mas pronto. Cenas dentro de cenas.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Apesar de toda a minha absoluta e irremediável tontice, sou a nora que toda a sogra quer ter.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Telefonam-me a perguntar se posso ir fazer de enfermeira. Imagino logo uma bata super curta, o mamalhal a saltar do decote, saltos altíssimos, seringa gigante na mão. Depois acordo e estou na novela da noite. Na verdade, a personagem era uma enfermeira cinquentona e azeda, excesso de peso, divorciada, dois filhos de dois casamentos falhados, cabelos mal pintados, dois maços de SG Gigante por dia, saídas ocasionais com amigas igualmente frustradas para casas chungas nas docas, e alcoolismo eventual. Detesto personagens planas. E detesto quando me vestem com sacas para batatas.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Percebe-se o quanto uma pessoa gosta de nós quando se acorda no meio de uma névoa, estendida no chão, e vemos a cara de pânico junto à nossa e ouvimos a voz aterrorizada a gritar o nosso nome. Também te amo muito, tonto.

domingo, 10 de julho de 2011

Uma pessoa tem trinta anos para isto?

E aí vou eu para o meu segundo dia de Alive, mais morta que viva, o corpo a dar de si, mochila recheada de coisas extremamente calóricas às costas e telefono para mamãe, 'hoje vou dormir a vossa casa, sempre fica mais perto que voltar para a minha. Não te preocupes, apanho o comboio das 3h, máximo 3h20 estou em casa'. Chego a casa, à hora prevista, e mato saudades de ficar a conversar com o meu cota na sala, altas horas, eu a chegar a casa e ele a passar pelas brasas no sofá. Às 3h44 telefona-me mamãe, do seu telemóvel, do quarto, 'mas onde é que tu andas????'. É fofinho, sim senhores.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Só duas consideraçõezinhas baratas acerca do Alive deste ano. É incrível como o sex-appeal de um baterista feioso cresce exponencialmente quando passa a vocalista. Não é a minha opinião pessoal, continua a ser mais feio que um bode, mas senti o vibe à minha volta. Segunda consideração, à pessoa que na semana passada, numa discoteca, quando eu disse qui estava pássando mau com as luzes, me respondeu que olhasse para o chão, eu respondo que ontem olhei para o chão tão de perto que tive de desmaiar. Pena foi ter algumas dezenas de milhares de pessoas à volta e estar o Tim a cantar qualquer coisa de que não me lembro. Para mim até teve uma certa graça, não foi desagradável de todo, mas acho que provoquei ligeiros avc's em cadeia nos marmanjos que sempre me acompanham nestas andanças e que, à falta de uma gaja que me desse duas chapadas, ficaram a olhar pra mim a achar que eu estava morta ou coisa assim. Giro, portanto.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Gosto de gestos dramáticos. Combinam estupidamente bem com o meu cabelo. Um 'perdoa-me' sussurrado seguido de um voltar de costas e caminhar sem me voltar para trás foi digno de ficar para a História. Mais triste foi levar dois dias para abrir uma sms. Longa e abominável. Mas o 'perdoo-te' final foi definitivamente digno do meu script.

terça-feira, 5 de julho de 2011

E então, rapaz, então porquê a raiva, se a culpa não é minha?
É só mais um dia mau. Mau. Mau. Mau.

sábado, 2 de julho de 2011

Enfadada

Batalhas. Esgotantes. Frustrantes. Na cama.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Os trintas foram a melhor coisa que me aconteceu na vida. A portar-me como se tivesse dezasseis anos há quinze dias. E até agora, tudo bem.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Nina, há 30 anos a contribuir para a manutenção de estereótipos

Hoje, ao ser fotografada para uma revista, o fotógrafo, depois de me elogiar a figura e a ossatura facial (toma!, Jeremy, o que eu tenho são maçãs do rosto altas e não bochechas de mongolóide. Humph...), perguntou-me se eu nunca tinha pensado em ser modelo, porque fotografava bem e quase não precisava de direcção e percebia as indicações à primeira. Pensei cá para comigo que isso nada tem a ver com figura ou cara, é aquela coisa... hum... falta-me a palavra... como é que se diz? ah!, inteligência. Vá, não quero ser pedante, chamemos-lhe 'compreensão da língua portuguesa'. A capacidade para juntar palavras para formarem frases e das frases tirar um sentido. Mas limitei-me a fazer um sorriso bovino, que é o que se espera de quem está a ser fotografado.

terça-feira, 28 de junho de 2011

A prova de que não sou uma pessoa ambiciosa

Estar coberta por onze mil dólares (em notas de cem), ainda que só para a fotografia, não foi particularmente agradável. As notas cheiravam mal.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Parece que o Continente acabou de comprar a Avenida da Liberdade. E isto, no meu velhinho Monopólio, ainda era coisa para custar alguns três mil escudos. Três contos de réis. Uma fortuna, portanto.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Anda uma pessoa no ginásio há nove meses a trabalhar afincadamente para manter o seu nível obsceno de percentagem de massa gorda, para no espaço de um mês reduzir a dita em cinco porcento... Tenho uma dúvida, que julgo legítima. Terá sido da quantidade de grades de cerveja acartadas? Terá sido da ingestão de parte das cervejas? Terá sido da meia garrafa de uísque? Terá sido do bagaço do Tio Esteves? Terá sido do deficit de sono? Procuro respostas.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Por outro lado, where there's a will, there is a way. Tenho três-dicas-três: pesquisa; altos investimentos; azeite gallo. Posso não dever muito à inteligência no sentido mais pragmático do termo, mas a idade não pode trazer só rugas e cabelos brancos. Há pessoas que se esquecem que enquanto vão buscar a farinha já eu comi o bolo. A única coisa que me continua a intrigar é o azeite. Mas lá chegarei. E agora vou comer qualquer coisita que o esforço intelectual abre-me o apetite.
S U C E S S O

sábado, 11 de junho de 2011

Eu que até sou uma pessoa parca em palavras

Adoro pessoas que usam reticências no lugar de vírgulas e, sobretudo, de pontos de interrogação. Adoro pessoas que andam sempre a repetir as mesmas coisas porque precisam mesmo é de se convencer a si próprias. Adoro pessoas que passam a vida fishing for compliments. Adoro pessoas que não compreendem que uma qualquer acção substitui uma vida inteira de palavras. Adoro pessoas que me mentem. Adoro mentirosos compulsivos. Adoro pessoas que passam a vida a pedir desculpa por respirarem. Adoro vítimas. Adoro pessoas que metem os pés pelas mãos.
SO FUCKING NOT!
Tirando talvez os mentirosos compulsivos. Desses gosto mesmo a sério.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ai meu rico Santo Antoninho

Este ano não quero ser acusada que ai e tal, RP e o caraças, não te vi a fazer nada a não ser comer sardinhas e beber cervejas encostada à parede (as if...). Mas enfim, semana caótica, organizar uma festa de uma certa envergadura, tratar de uma logística gigantesca, ter a casa pejada de grades de cerveja, gastar o meu precioso tempo em chamadas telefónicas intermináveis, estar a começar a borrar-me de medo porque o número de convidados ascende a um número astronómico... Mas não, RP não dá trabalho a-b-s-o-l-u-t-a-m-e-n-t-e nenhum. Menos 2 kgs na balança, meus amigos, menos 2 kgs. E para mostrar serviço (porque o que foi feito até agora é do tipo que não se vê), lá estarei agarrada ao fogareiro, que alguém tem de pegar este touro pelos cornos.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sentada num banco de jardim, com vista para o Tejo, à espera que as horas passem, lembrei-me de uma cena, passada neste mesmo jardim, aqui há uns meses. Parei para beber café, no sítio de sempre. Caía uma chuva miudinha. Contornei o quiosque e deparei-me com um velho, de uns cento e cinquenta anos, muito digno na sua gabardine e chapéu, que alimentava pardais. Ao passar por ele os pardais voaram uns metros. Virei-me para o velho e disse 'Desculpe, espantei os seus passarinhos'. O velho olhou-me no fundo dos olhos e respondeu-me, com um misto de surpresa pela minha ignorância e verdadeira simplicidade, sem sombra do paternalismo tão caro a certas pessoas de idade perante os jovens, 'Os pardais não são meus. Só pertencem a eles próprios'. Passado a escrito não parece uma história particularmente impactante, mas a mim, naquele momento, pela personagem, pela chuva que caía, pela maneira como o velho me olhou, pareceu-me que tinha entrado num romance de Saramago. E fugi dali a correr, sem olhar para trás.
Eu prefiro pensar que não sofro de insónias, não, tenho é um horário muito alternativo. A noite passada cruzei-me com a minha esposa na casa de banho, a uma hora obscena da madrugada. Eu, fresca como uma alface, ela no sétimo ou oitavo sono, tipo zombie, piloto automático, diz-me com a maior naturalidade e sem qualquer expressão 'estavas a matar a Diana...'. Nota 1: talvez a minha família não se aperceba da minha real função na telenovela. Que btw é nenhuma. Nota 2: desde quando é que se passou a ver a telenovela cá em casa? Nota 3: vou proibir os canais nacionais nesta casa, sobretudo antes de dormir. Causam pesadelos (e não é só a novela).

domingo, 5 de junho de 2011

Estou a modos que assim para o cansadita....

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Eu provavelmente sou a pessoa mais decente deste hemisfério. E não me orgulho particularmente disso.

Gosto de ver-te passar
Anseio por ver-te passar
Mas eu não vou,
Não vou...
Adoro ver-te gozar
Quero ver-te gozar
Mas eu não estou,
Não estou...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço como um hobby banal
Que não nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...
Hoje não vamos falar
Recuso ouvir-me falar
Mas eu não sou...
Não sou...
Forte para te contestar
E tu queres ver-me gozar,
Mas eu não estou...
Não estou...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço como um hobby banal
Que não nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz eu paro
E recomeço como um hobby banal
Que não nos faça tanto mal, que não nos torne mais amargos
E nos deixe sem dúvidas, eu
Provavelmente morro com o fim da luta, mas se te faz feliz...
Eu provavelmente morro com o fim da luta...
Eu provavelmente morro com o fim da luta
Mas se te faz feliz...


Obrigada, Senhor Armando Teixeira.
Que tenho um péssimo acordar, tenho. Mas que adoro que as pessoas que amo me acordem com coisinhas fofinhas, adoro. E a pessoa que eu mais amo, a irromper-me pelo quarto, de manhãzinha, chegada de Parrrrri, sã e salva (com aviões da Air France nunca se sabe) com uma caixa de lata recheada de docinhos, para me acordar... Hum! Até lhe perdoei ter aberto a janela e ter levado com o sol nas trombas logo para abrir a pestana. E lá ficámos as duas, espojadas na minha cama de princesa, quais Marias Antonietas, a comer doces (muito próprio para dejejum) e a trocar meia de treta. E depois? Depois ela foi dormir e eu fui trabalhar. Bummer!

domingo, 29 de maio de 2011

A minha esposa gosta de parecer muito chique e foi passear para Paris e levou uma semana a escolher roupa para levar (e até a passou a ferro!!!!) e foi ao cabeleireiro e mimimimimimi. Mas eu é que sei. Bem a vi a pintar os saltos dos sapatos do chinês, já todos escavacados, com caneta de acetato preta. Pode-se tirar a pessoa da lama, mas não se pode tirar a lama da pessoa...