sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Uma pessoa diz-me que sou a mais mulher delas todas. Que as outras são só miúdas a porem-se em bicos dos pés. Que sou fantástica, maravilhosa, que espalho magia à minha volta, que sou a pessoa por quem esperou toda a vida. Enfim, nada de novo nem especialmente empolgante. A verdade é que não estou disponível e estou feliz como estou. Se já o respeitava como pessoa, agora respeito-o ainda mais como homem, pela coragem e pela franqueza. Mas o curioso, curioso, é terem-mo dito na mesma semana em que outra pessoa, numa conversa igualmente franca, me disse 'tenho muito medo de ficar como tu', as in 'doente da cabeça'. E é isto.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Ontem mandaram entregar um ramo de flores lindíssimo (e caríssimo) cá em casa. O bilhete só tinha o nome da minha esposa e vinha assinado por 'um amigo'. Hoje descobre-se que foi enviado por um actor conhecidérrimo que tem a mania que é alternativo, mas na verdade é só mesmo é gay... What's the fucking point?? Juro que não percebo.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Há muito tempo atrás, uma tarde de sábado, recebi uma visita surpreendente, embora não inesperada. Fazia calor e eu lembro-me que tinha vestidos apenas um top preto de alças e umas calças, também pretas, e estava descalça. O meu cabelo, sempre tão selvagem, tinha acordado estranhamente obediente e estava solto, a bater-me no rabo. Abri a porta e mandei-o entrar. Ele sentou-se no sofá, eu sentei-me no chão. Bebemos umas cervejas, fumámos uns cigarros, tocámos-nos. Ele tinha pressa, levantou-se para sair. Lembro-me da sensação de awkwardness, os dois de pé, no meio da sala, o silêncio desconfortável, as palavras de circunstância, e eu apenas a fazer o que faço melhor, a dizer tolices. Finalmente saiu, mas já na escada hesitava. Não sei o que me passou pela cabeça. Por uma vez na vida, perdendo o meu sempre tão fiel auto-controlo, puxei-o por um braço, fechei a porta atrás dele e encostei-o com força à parede. O que se passou a seguir ele o saberá, eu não tenho a certeza. Minutos, segundos? Quando caí em mim, gritei-lhe que se pusesse na rua. Foi um dos momentos mais frustrantes da minha vida, mas também, esteticamente, um dos mais perfeitos. Se fosse hoje, fazia igual, nem menos, nem mais, porque a perfeição não pode ser acrescentada.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
A diferença entre o fracasso e a eficácia
é VALIUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!
Nota explicativa: fracasso é inventar tangas e sair do consultório com kainever, eficácia é pedir valium e sair do consultório com valium. Tenho um gosto especial por produtos gourmet.
Nota explicativa: fracasso é inventar tangas e sair do consultório com kainever, eficácia é pedir valium e sair do consultório com valium. Tenho um gosto especial por produtos gourmet.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Nietzsche, Nietzsche, eras um porreiro, pá
E um fixe. E um optimista. E um gajo cheio de vigor e joie de vivre. Atentemos, pois, no génio e eloquência expressos nestas opiniões tão auspiciosas, para começar um novo ano:
Qual a melhor coisa que pode acontecer à humanidade?
'Era nunca ter nascido.'
Er... Então e a segunda melhor coisa que pode acontecer à humanidade?
'É morrer depressa.'
Cheers!
Qual a melhor coisa que pode acontecer à humanidade?
'Era nunca ter nascido.'
Er... Então e a segunda melhor coisa que pode acontecer à humanidade?
'É morrer depressa.'
Cheers!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Hey, Jeremy, um post digno de M.P., the shrink gurl*
O meu ano de 2010 teve cinco momentos de felicidade. A cura da minha mãe. A minha tatuagem 'nothing else matters'. Os três dias de Alive. A minha fabulosa festa de Sto. António. Os grandiosos festejos em coise, em Agosto. Tudo o mais foi merda. Obrigada a quem contribuiu.
* feel free to share
* feel free to share
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Hoje acordei com coros celestiais, vozes impúberes, sininhos
Na minha rua é habitual as pessoas ouvirem música em volume máximo, com as janelas abertas, no são espírito da partilha com os vizinhos. Mas, foda-se, tinha de ser música de natal?!?!
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
Há dias em que mil anos não cabiam. Distribui 5.000 flyers, caminhei uns doze quilómetros, encontrei uma pessoa que não via há anos a servir copos num bar, encontrei amigos que chegaram para o Natal vindos de vários pontos da Grã-Bretanha e um da Austrália, encontrei pessoas que fingi que não vi, recebi um convite para uma festa de despedida de dois amigos queridos que vão para o Canadá, fui abraçada por três miúdas vestidas de anjos que davam abraços grátis à saída do metro, ouvi um sermão, ouvi um abrolhos, ouvi conselhos, renasceram-me a esperança, uma pessoa querida recebeu um 19 no seu mestrado, estive na faculdade, entrei em mais bares em vinte minutos que num ano inteiro, trabalhei que me fartei, fiz o jantar, brinquei com a minha gata, fiz tricot, conversei com a minha esposa, e vou para a cama com uma nova alma. Quem tem amigos tem tudo.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Há muitos anos, uma pessoa que eu muito estimava disse-me (sem conhecimento de causa), 'Miúda, um dia vais ser uma granda foda, mas não é para já. Primeiro vais ter de perder essas manias de princesinha, vais ter de te sujar, de rebolar na lama'. Hoje, passados mais de dez anos, não sei se sou ou não uma grande foda (homens casados há mais de cinco anos com mulheres coradinhas e com buço não constituem amostra válida), mas sei que sou uma desentupidora de canos que é uma categoria. Depois de ano e meio de tentativas mais ou menos frustradas posso hoje dizer que desentupo o malfadado cano do lavatório do wc à primeira tentativa. Com aquelas sábias palavras em mente, fiz-me à pista. Sem medos. Sem vacilos. Sem gritinhos. Sem luvas. E saquei uma bola nojenta de cabelos, uma autêntica ratazana morta, que teria praí três vezes o volume do cano onde descansava, impávida e serena, impedindo o correcto escoamento das águas. Não tive de rebolar na lama, mas apanhei com uns salpicos de um lodo pútrido, verde e malcheiroso, de aspecto radioactivo, que me furou a camisola. E pronto. Posso não ser grande foda, mas sou uma mulher realizada. Amanhã compro um desentupidor químico. Dos potentes.
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Amei muito um Homem que foi toda a vida um bruto, um boçal. Falava grosso e arrotava alto, limpava a boca à toalha de mesa, palitava os dentes com uma navalha, cuspia para o chão (dentro de casa). Uma camisola interior de alças era a sua farda oficial, tratava as coisas a pontapé e tinha a força de um gigante. Acreditava em deus, na pátria e na família, mas foi um pai ausente. Dedicou-se a uma missão, mais do que a uma profissão, e por mais do que uma vez terá levado demasiado longe o cumprimento do seu dever. Mas como as coisas nunca são a preto e branco, e as pessoas também não, foi também o mais culto dos Homens, o mais grandioso, o mais doce. Conhecia as estrelas e os nomes dos ventos, sabia de cor o canto dos pássaros e as árvores, as plantas, os rios, os países distantes, os animais exóticos. Sabia como e quando plantar ervilhas, como podar roseiras, como enxertar laranjeiras e como resolver e consertar as coisas. Sempre. O mais doce de si esteve sempre reservado para mim e para a 'menina'. Foi com ele que aprendi as primeiras letras, há mais de 25 anos, a escrever o meu nome e o nome dele. Sentada nos seus joelhos, viajei pelos países todos do mundo, com os meus dedos percorrendo o mapa que forrava a sua mesa de trabalho. Recordo como me enxugava o cabelo, secador numa mão e escova na outra, com o desvelo de uma mãe e a destreza de um coiffeur, com mil cuidados de delicadeza enquanto me desembaraçava os nós do cabelo, para não me fazer doer. Eu amarrava um cordel à presilha das suas calças e passeava-o chamando-lhe Bobi, ou então sentava-me às suas cavalitas e tapava-lhe os olhos com a minha saia. Sem um queixume. Sem uma reprimenda. Ensinou-me a dignidade e a honra. Mas esse Homem há muito que partiu, não tenho certeza para onde. Ficou apenas uma carcaça mirrada, titubeante, hesitante entre a lucidez pragmática e a loucura perigosa. Já não penso nele como o meu avô querido, mas como um José Arcádio preso para sempre à sua árvore, manietado e miserável, de onde nunca mais poderá escapar.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Se não me tivesse deitado às oito e meia da manhã porque passei a noite a trabalhar até achava graça
"Tu ainda tens os teus amantes, qualquer que seja o valor que lhes dás". Isto faz a minha vida parecer tão mais interessante do que realmente é...
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Estou a deprimir....
Com aquilo que estou a ser obrigada a ouvir, é bom que o Sr. Dr. em Direito me pague umas consultas de psiquiatria quando acabar de transcrever.
sábado, 20 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Filmagens amanhã: sono de beleza ou qualquer outra coisa que faça bem à pele?
O homem do C.I. voltou. O homem do C.I. veio a Lisboa tomar conta das altas patentes e eventualmente aviar uns manifestantes incautos. O homem do C.I. devia rever as suas prioridades. Eu já não tenho 21 anos e o homem do C.I. deve andar já perto dos seus 40. Parece que o homem do C.I. acabou de meter as altas patentes na caminha e tem uma noite livre pela frente. Eu vou-me disfarçar de lolita de 21 anos e vou tentar portar-me bem mal com o homem do C.I.. Espero que o homem do C.I. tenha trazido as algemas.
Montanha ou roleta?
4ª feira - calças rasgadas, sentada no chão no meio da estrada em frente às escadas da AR, com o meu companheiro de luta, a protestar;
5ª feira - cabelos, maquilhagem, roupitxa caprichada, a gravar a novela da noite;
6ª feira - mais de 10h de audiências para transcrever, precisava de um mês, tenho uma semana, e ainda nem tenho o que preciso;
sábado - cinema português, anos oitenta, em rodagem. Medo.
Prontes, afinal é salada.
5ª feira - cabelos, maquilhagem, roupitxa caprichada, a gravar a novela da noite;
6ª feira - mais de 10h de audiências para transcrever, precisava de um mês, tenho uma semana, e ainda nem tenho o que preciso;
sábado - cinema português, anos oitenta, em rodagem. Medo.
Prontes, afinal é salada.
sábado, 13 de novembro de 2010
Fofinho de sorriso lindo + pessoa que esperou dez anos e que mesmo depois de vigorosamente desencorajada continua a insistir + príncipe das arábias que voltou depois da experiência brasileira ('you know you were always my first choice, baby!') + eu = torneio de sueca. É a única coisa para que me servem. Indeed.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
A minha esposa, a tentar boicotar a minha vida amorosa:
- Ah, é verdade, ontem vieram aí à tua procura...
- À minha procura? Como assim?
- Sei lá, alguém tocou à porta lá em baixo, eu fui à janela, mas como não conhecia ignorei...
- E esperas vinte e quatro horas para me dizeres isso?
- Oh, os teus amigos passam a vida a tocar à porta! Tinhas ido jantar fora, que querias?
- Como é que ele era???? - a começar a espumar da boca.
- Sei lá. Moreno. Bonitão. Pareceu ter ficado de coração partido. Ele que te mandasse uma mensagem...
- ELE NÃO TEM O MEU NÚMERO!
- Ah... Pois... Não sei... Que pena....
GRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
A sorte dela é que o fofinho acabou de entrar agora mesmo no bar do meu vizinho. Uff!
- Ah, é verdade, ontem vieram aí à tua procura...
- À minha procura? Como assim?
- Sei lá, alguém tocou à porta lá em baixo, eu fui à janela, mas como não conhecia ignorei...
- E esperas vinte e quatro horas para me dizeres isso?
- Oh, os teus amigos passam a vida a tocar à porta! Tinhas ido jantar fora, que querias?
- Como é que ele era???? - a começar a espumar da boca.
- Sei lá. Moreno. Bonitão. Pareceu ter ficado de coração partido. Ele que te mandasse uma mensagem...
- ELE NÃO TEM O MEU NÚMERO!
- Ah... Pois... Não sei... Que pena....
GRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
A sorte dela é que o fofinho acabou de entrar agora mesmo no bar do meu vizinho. Uff!
sábado, 30 de outubro de 2010
Os meus planos saem todos furados
Queria ir para casa de mamãe, não pude porque chove na minha casa. Queria ficar em casa a ver tv, de pijama, saí para os copos à uma da manhã. Vi o fofinho à porta do meu vizinho, escondi-me para ele não me ver, mas acabei no mesmo bar que ele. Queria manter um low profile, acabei por causar uma cenazinha de ciúmes. Queria beber um copo e voltar, acabei a cantar a plenos pulmões no meio da rua às quatro e meia da manhã. Palavras para quê? Os desígnios do Senhor são, de facto, insondáveis. ;)
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Chove como na rua Parte II
Oh como adoro ser acordada por um doce e melodioso 'estáachovermenoquartoutravezcaralho' gritado aos ouvidos (não resultou quando gritado da porta). Parecendo que não, dispõe muito para o resto do dia.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Eu sei que já tenho 18.000 malas, mas precisava mesmo de mais esta
Papai achou que era bonito dar-me os doze euros e um cêntimo que paguei à CML de taxa de esgotos. E eu, basicamente, transformo merda em ouro.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Help!
A sério. Por muito patético (e embaraçoso) que seja ter um stalker da margem sul atrás de mim, estou a começar a ficar mesmo assustada.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Esta historieta toda de me chover em casa (vide explanação infra) está a dar-me cabo dos nervos. Embora já não chova cá dentro (mas só porque também não chove lá fora) o quarto de dormir da minha esposa está transformado numa barraca, forrada a sacos de plástico e folhas de jornal. Como a salinha de estar dela não está muito melhor (o que inclui um colchão húmido ao alto), acordámos que ela dormiria na minha cama, até a situação estar resolvida (o que será lá para daqui a uns três meses, se bem conheço os obrais desta terra). E isto, diga-se, destrói os últimos resquícios das poucas sanidade mental e qualidade de sono que eu já (não) tinha. A saber:
1. A minha cama deve ter uns dois metros de largura e a grande estúpida ocupa um metro e meio (e é muito mais magra que eu);
2. Ela dorme com um pijama de Inverno, lençol, cobertor, edredon e ainda põe o roupão por cima da roupa não vá ter frio. Eu durmo nua, com o lençol e sobre a madrugada puxo as pontinhas do cobertor. Conflito de interesses grave, portanto;
3. A vaca de merda adormece cedo, o que me faz sentir uma nazi por ficar a brincar no portátil, na cama, até altas horas da madrugada, sensação essa agravada pelo levantar de sobrancelha por cima do ombro, a cada dez minutos;
4. Ela põe o despertador para as nove da manhã e deixa-o tocar de cinco em cinco minutos até ao meio-dia, hora a que se levanta;
5. Ronca que nem a grande porca que é;
6. A minha cama, como é óbvio, serve duas funções básicas e únicas: dormir (quando sozinha) e foder (quando acompanhada). Não será necessário sublinhar que nenhuma das condições se verifica.
Pois é, estou pior que estragada.
1. A minha cama deve ter uns dois metros de largura e a grande estúpida ocupa um metro e meio (e é muito mais magra que eu);
2. Ela dorme com um pijama de Inverno, lençol, cobertor, edredon e ainda põe o roupão por cima da roupa não vá ter frio. Eu durmo nua, com o lençol e sobre a madrugada puxo as pontinhas do cobertor. Conflito de interesses grave, portanto;
3. A vaca de merda adormece cedo, o que me faz sentir uma nazi por ficar a brincar no portátil, na cama, até altas horas da madrugada, sensação essa agravada pelo levantar de sobrancelha por cima do ombro, a cada dez minutos;
4. Ela põe o despertador para as nove da manhã e deixa-o tocar de cinco em cinco minutos até ao meio-dia, hora a que se levanta;
5. Ronca que nem a grande porca que é;
6. A minha cama, como é óbvio, serve duas funções básicas e únicas: dormir (quando sozinha) e foder (quando acompanhada). Não será necessário sublinhar que nenhuma das condições se verifica.
Pois é, estou pior que estragada.
domingo, 10 de outubro de 2010
Recordo-me muito vagamente, por entre as brumas do olvido, da minha esposa ter passado uma tarde do último Verão a queixar-se que uns senhores que andavam a pintar a fachada do prédio de trás a tinham acordado ao meio-dia (!) de um dia de semana(!), com as suas cantorias (um forrozinho safado) e com um 'barulho'. Coitadinha. A dita fachada fica encostada ao telhado em cima do quarto de dormir da pobrezinha... Mas seria pedir muito que tivesse dito na altura, e não passados três meses, num dia em que chove torrencialmente sobre o Bairro Alto durante umas oito horas seguidas, que o 'barulho' eram os obrais (puta que os pariu) a partirem uma ou duas telhas (vá) do dito telhado? Era. Claro. E agora chove como na rua. Muito obrigada. Mais valia teres ficado calada.
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