terça-feira, 31 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
A minha vida como taberneira #2
A gaja loura (e linda) que entra pelo balcão e me agarra como se não houvesse amanhã. Sair para a rua para me poder rir à vontade e o gajo que se atraca a mim. A americana que se atraca ao gajo, numa demonstração patética de 'quem é que manda aqui' (soubesse ela que a tratamos carinhosamente por 'a gorda'...). A gorjeta de quarenta e três euros. Pumba!
sábado, 23 de junho de 2012
A minha vida como taberneira
Gosto de sorrisos. Gosto de pessoas simpáticas. Gosto de 'por favor' e 'obrigado'. Gosto de bons colegas. Gosto de gorjetas. Não gosto de parvos. Não gosto de convites. Não gosto que me olhem para as mamas enquanto me pedem um mojito. Não gosto que me convidem para cheirar e que façam riscos no meu balcão. Não gosto da decadência. Não gosto de colegas armados em espertos.
sábado, 2 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Actriz? Figurante.
Passar na Cinemateca e descobrir um ciclo de cinema com o nosso apelido (é um apelido composto, não há engano possível) é um sinal. Um sinal do nosso próprio fracasso.
domingo, 27 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Best job in the whole world #2
Está um belo dia de sol? Está. Está óptimo para a praia? Está. Eu estou na praia mais bonita do mundo? Estou. Tenho as perninhas dentro de água? Tenho. Estou a gozar o meu dia de folga? Não. Estou a trabalhar. Com as cuecas e o vestido completamente encharcados. Dentro de água. A trabalhar.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
O emprego mais estranho do mundo
Deitada de pernas abertas numa marquesa ginecológica, com uma equipa inteira à minha volta, preocupada com ângulos e luzes e zooms e planos e efeitos... Sim, era mesmo no enquadramento perfeito que eu estava a pensar.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Por razões que não vêm agora ao caso, veio-me parar às mãos algo em que não tocava há anos. Esse maná para a dona-de-casa enfastiada ou para a adolescente ingénua. Um exemplar da revista Maria. Leitura de casa de banho de primeira água, portanto.
Na página do correio sentimental (ou whatever), entre as mensagens de cavalheiros que procuram 'senhora para relação séria', ou 'amizade ou algo mais', um homem de 35 anos procura mulher bonita até aos 30 para encontro em hotel. Número de telemóvel. Gosto de ajudar o próximo. Mandei sms. 'Amigo, procure antes nos classificados do Correio da Manhã.'. Não percebo por que é que não me respondeu a agradecer.
Na página do correio sentimental (ou whatever), entre as mensagens de cavalheiros que procuram 'senhora para relação séria', ou 'amizade ou algo mais', um homem de 35 anos procura mulher bonita até aos 30 para encontro em hotel. Número de telemóvel. Gosto de ajudar o próximo. Mandei sms. 'Amigo, procure antes nos classificados do Correio da Manhã.'. Não percebo por que é que não me respondeu a agradecer.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Definitivamente, eram outros tempos, os da minha infância...
'Lá vai o bicho
Lá vai, lá vai
E come a mãe
E come o pai
E vai-te comer a ti também!'
Lá vai, lá vai
E come a mãe
E come o pai
E vai-te comer a ti também!'
sábado, 31 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
O maior medo da minha vida
É o esparguete cair todo para o lava-loiças quando lhe estou a escorrer a água.
segunda-feira, 26 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
O post anterior foi talvez o mais difícil da minha carreira. Levou horas a acertar e corrigir. Letras que tinham ficado coladas à palavra anterior. Ou aquelas letras que estão mesmo ao lado da que queremos usar. E sendo um post particularmente irrelevante. Os bêbados (de sono) são assim. Mas não o escrevi sozinha, escrevi-o com a ajuda desta grande cadela. Bem-hajas, Pops.
Ena!, que já não postava aqui uma posta de pescada há mais que tempos. E cheira-me que este momento também não seja o mais adequado, derivado de as teclas se estarem a mexer sozinhas, ou então é a mesa do computador, ou o monitor, ou o caralho (não literal). Irrelevante. É a chamada bubadeira de sono, seus maldizentes (malpensantes?). O facto é que a psicologiaslashmetafísicaslashlivrosdeautoajudaslashfilosofiaonetoone nos diz que estabelecemos um padrãoslashmissão nas nossas vidas e depois corre tudo bem e felizes para sempre --> 0.00001% ou acabamos por nos afogar nesse padrãoslashmissão --> restantes %, é fazer as contas.
E é, pois, que concluo ao fim de 30 primaveras (na verdade esta é a 29.ª, porque eu nasci 3 dias antes de começar o Verão e tenho quase a certeza que já não me lembro de quase nada desses 3 dias (tirando o kilo e meio de alperces, Mamãe....), mas como ia dizendo, está bonito isto. A. MINHA. MISSÃO. NA. VIDA. É. Ser perseguida por tarados. Ser torpedada por coisas fofiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinhas no mural do meu fb. Ter stalkers que vão em busca de informação minha junto de amigos emigrados há décadas (devem saber de mim, devem...). Pessoas a quem não atender o telefone uma vez diz 'está ocupada'; 10 vezes 'está ocupada'; 100 vezes 'está ocupada'. E a partir daí saltam uns quantos degraus da escada (sempre me disseram que não se devem queimar etapes) e a pessoa deve estar morta. AAAAAAAAAAAAAAAi, o que é que se faz agora? Olha, vou continuar a ligar... Assaltar fb alheios, telefonar para números privados, tentar saber, tentar saber, tentar saber. Saber o quê, caralho? Que não te atendo o telefone porque não quero? Não fosse já suficientemente explícito, mandasses sms. Eu mandava-te um boneco. Troll.
E é, pois, que concluo ao fim de 30 primaveras (na verdade esta é a 29.ª, porque eu nasci 3 dias antes de começar o Verão e tenho quase a certeza que já não me lembro de quase nada desses 3 dias (tirando o kilo e meio de alperces, Mamãe....), mas como ia dizendo, está bonito isto. A. MINHA. MISSÃO. NA. VIDA. É. Ser perseguida por tarados. Ser torpedada por coisas fofiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinhas no mural do meu fb. Ter stalkers que vão em busca de informação minha junto de amigos emigrados há décadas (devem saber de mim, devem...). Pessoas a quem não atender o telefone uma vez diz 'está ocupada'; 10 vezes 'está ocupada'; 100 vezes 'está ocupada'. E a partir daí saltam uns quantos degraus da escada (sempre me disseram que não se devem queimar etapes) e a pessoa deve estar morta. AAAAAAAAAAAAAAAi, o que é que se faz agora? Olha, vou continuar a ligar... Assaltar fb alheios, telefonar para números privados, tentar saber, tentar saber, tentar saber. Saber o quê, caralho? Que não te atendo o telefone porque não quero? Não fosse já suficientemente explícito, mandasses sms. Eu mandava-te um boneco. Troll.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Brincando aos heterónimos
"Sou tão feita para ir para o Céu, como para casar com o Edgar Linton, e se esse monstro que está lá dentro não tivesse feito o Heathcliff descer tão baixo, eu nem teria pensado nisto. Seria degradante para mim casar-me agora com Heathcliff, por isso, ele nunca saberá como eu o amo. E não é por ele ser bonito, Nelly, mas por ser mais parecido comigo do que eu própria. Seja qual for a matéria de que as nossas almas são feitas, a minha e a dele são iguais, e a do Linton é tão diferente delas como um raio de lua de um relâmpago, ou a geada do fogo."
Catherine Earnshaw
Ironias...
Catherine Earnshaw
Ironias...
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Rir é sexo. Sorrir é beijar na boca.
Sempre fui pessoa de gargalhadas. Despropositadas. Descontroladas. Desrespeitosas. Inoportunas. Hilariantes. Pânicos de riso. Rir até chorar. Rir até sufocar. Quantas e quantas vezes Mamãe me gritou que risse mais baixo. Quantas e quantas vezes a Avó me chamou pateta por rir de tudo e de nada, mas sobretudo de nada. Ri-me de palermices, ri-me de alegria, ri-me da vida, ri-me da realidade, ri-me das desgraças, ri-me de mim, ri-me com os outros, ri-me sem razão. Hoje já não tenho razões para rir. Rio-me apenas das desgraças. Das minhas. Cada dia é uma sucessão de vitórias e derrotas. Vitórias amargas e derrotas doces. Tenho de dizer não a uma coisa que quero muito, porque já disse sim a uma coisa que se calhar não queria assim tanto. Espero respostas, em vão. A paz é cada vez mais podre. A comunicação tem cada vez mais falhas. Parece que de repente toda a gente começou a falar norueguês à minha volta. Não tem graça. Mas sorrir. Sorrir é outra coisa. Nunca fui de muitos sorrisos. Sarcásticos? Quase todos. Amarelos? Muitos. Por obrigação? Sempre que necessário. Espontâneos e genuínos? Meia dúzia de vezes a vida inteira.
Em determinados contextos, espera-se que as pessoas digam as tontices próprias do momento. Palavras lisonjeadoras, excitantes, encantadoras, abjectas, bonitas, ordinárias. Palavras que aceito humildemente, sem agradecer. Porque já as ouvi mil vezes, de mil vozes diferentes. Se algumas delas me intrigam, deixei de lhes ligar importância, porque apesar de as aceitar, nunca lhes vou reconhecer o significado. Mas de um desses momentos, cujo desfecho, bom ou mau já o esqueci, recordo e recordarei para sempre as palavras 'tu tens um sorriso lindo'.
Em determinados contextos, espera-se que as pessoas digam as tontices próprias do momento. Palavras lisonjeadoras, excitantes, encantadoras, abjectas, bonitas, ordinárias. Palavras que aceito humildemente, sem agradecer. Porque já as ouvi mil vezes, de mil vozes diferentes. Se algumas delas me intrigam, deixei de lhes ligar importância, porque apesar de as aceitar, nunca lhes vou reconhecer o significado. Mas de um desses momentos, cujo desfecho, bom ou mau já o esqueci, recordo e recordarei para sempre as palavras 'tu tens um sorriso lindo'.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Família de comediantes
Mamãe, que não me via há uma semana, diz 'Onde é que vais parar assim?', 'Hospital' e 'Morrer'. De chorar. Mas nunca diz 'Porquê'. De rir às gargalhadas.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Numa família em que a lucidez é um estado efémero (bastante efémero) e em que os excessos de todo o tipo foram, desde gerações remotas, não só tolerados como até encorajados - nunca se viu alguém impedir outrém de (tentar) comer até rebentar, beber até cair ou fumar até secar; pergunto-me, pois, em que delírio me encontraria eu para me ter passado pela cabeça que seria bom desintoxicar-me dos vícios perniciosos da minha vida urbana e cosmopolita, durante estes dias de sã convivência 24/7 com o referido clã. Erro meu, erro meu.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Desisto de contar as horas que me separam/aproximam da sanidade/insanidade. Fui apanhada entre a maior fiteira/criativa do mundo e a maior rainha do drama de todos os tempos. Encontro-me exactamente no olho do furacão. Abatam-nos a eles ou abatam-me a mim, mas, por favor, não prolonguem mais o meu sofrimento.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
96h depois, quero morrer, pousar a cabeça no carril e esperar pelo comboio, meter-me na camionete e voltar para casa. Não aguento nem mais um sermão, uma opinião, um conselho podre, um convite para uma aguardente velha. Estou abstémia, porra! E por falar nisso, está um belo tempo para. Não sei o quê, mas lá que está uma maravilha, está.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
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